Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

A mãe de um amigo dizia, naqueles dias em que se sentia abaixo de cão, que estava “cheia de não presta”. Sempre achei muita graça à expressão, até porque abarca uma panóplia de possibilidades que assim nos escusamos de minudenciar. Aquilo que ainda não consegui perceber é quanto tempo é que podemos passar “cheios de não presta” até deixarmos, efetivamente, de prestar.

publicado por Laura Abreu Cravo | partilhar
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